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“Para ele, morrer de peste não era mais terrível do que morrer de mediocridade, de espírito mercantil, da corrupção que nos rodeia. Queria que as pessoas tomassem consciência de que estavam a morrer. Metê-las à força num estado poético. (…)” (Anaïs Nin, Diário)


Eu, Antonin Artaud. Tradução e notas de Aníbal Fernandes. Hiena Editora, p. 20. Lisboa, 1988.

(…) Saber, ou procurar saber, não basta. É indispensável viver de acordo com o que se sabe. (…)

Yvette K. Centeno, Fernando Pessoa: magia e fantasia. Edições ASA, p. 140. Porto, 2004.