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Ainda A ILC

Não gosto do ‘dizer’ mas a causa é quase tão boa como a prevenção … pensem no que quiserem.

O Meu Quintal

A quem ainda não assinou e pensa que as coisas estão resolvidas renovo o meu apelo para a assinem a iniciativa legislativa de cidadãos para contagem integral do tempo de serviço docente.

Atendendo aos entraves administrativos e burocráticos que temos enfrentado desde a sua submissão, é importante reforçar o número de assinaturas, com o devido cuidado e paciência com o raio da plataforma. Porque é importante que se perceba que um número bem acima de 20.000 cidadãos deram o seu apoio à iniciativa.

Como se viu, as negociações tradicionais não fizeram mudar um dia à proposta governamental e temos um PM que ainda goza com a situação. Não será uma greve ao serviço não lectivo que mudará seja o que for e já se viu que “resoluções” e “apreciações” servem de nada.

Depois do decreto da vergonha, ainda acreditam que podem ter algo a recear ou a perder? Não…

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Fora o seu valor intrínseco

How music lessons can improve language skills
Study links piano education with better word discrimination by kindergartners.

That means schools could invest in music and there will be generalization to speech sounds,” Desimone says. “It’s not worse than giving extra reading to the kids, which is probably what many schools are tempted to do — get rid of the arts education and just have more reading.”

Inevitável é a esterilização, não o abate – Resposta ao artigo de João Miguel Tavares ( Jornal Público 1 de Setembro )

Campanha de esterilização de animais abandonados

https://www.publico.pt/2018/09/01/politica/opiniao/abater-caes-e-gatos-e-mau-sim-mas-e-necessario-1842617

A continuação do abate de cães e gatos tem vindo a ser apresentado por muita gente como uma inevitabilidade. O abate é visto como um mal menor porque a alternativa seria o descontrolo completo dos animais abandonados , pondo em risco a saúde e segurança das pessoas. João Miguel Tavares é só mais uma dessas pessoas que, no Público, acrescentou ainda o argumento de que a “estúpida” lei que entra em vigor este mês “vai prejudicar os animais que deveria proteger”. Nada mais errado e vamos procurar explicar porquê.

Os defensores da inevitabilidade dos abates deviam começar por avaliar os resultados da prática das últimas décadas, em que todos os anos dezenas de milhares de animais são abandonados e outros tantos abatidos. Durante esse período, as câmaras nunca deixaram de abater, fizeram-no até com uma eficácia arrepiante, e o que conseguiram com isso? Reduziram o abandono? Não. Baixaram o número…

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