Temos aqui uma questão para resolver.

Aquilo que partilhei no meu Facebook, do Paulo, aparece agora como impróprio e, sem ter sido avisada, foi escondido. Dei conta da forma que todos demos e verifiquei porque me dei ao trabalho de andar para trás na cronologia.

Cliquei para ver os critérios dos senhores e são aqueles que deixo em hiperligação.

Há, quanto a mim, algo estranho e complexo por trás de tudo isto. É que, meteu também a plataforma WordPress. E se assim foi, também há que ser bem verificado. A confirmar o que penso, esta situação transcende os pequenos inimigos e mete malandragem sabida, poderosa.

Um passo de cada vez e o Facebook reage, por norma, humanamente. Até porque têm muito dinheiro. Assim, se muitos de nós os ‘chatearmos’ com a verdade, eles acabam por levantar o bloqueio. Como fazer? Não sei muito bem mas vou tratar de descobrir, sei de quem tenha conseguido. Noutras circunstâncias. Nada garante nada. Esta situação preocupa-me.

 

“O Beco Da Cidadania” ©Paulo Guinote e continua a ser censurado no Facebook

No Facebook ainda não se consegue partilhar links do Paulo Guinote. Gente miserável e miserável Facebook

O Meu Quintal

A criação da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento é daquelas medidas que parece muito béééém às pessoas muito béééém, muito dentro do seu tempo e da construção dum século XXI fraterno, solidário e humanista, que acham que a sua visão do mundo e da democracia é a única válida, por muito que seja completamente distópica.

No enquadramento oficial da disciplina pode ler-se que:

Visando a construção sólida da formação humanística dos alunos, para que assumam a sua cidadania garantindo o respeito pelos valores democráticos básicos e pelos direitos humanos, tanto a nível individual como social, a educação constitui-se como uma ferramenta vital. Deste modo, na Cidadania e Desenvolvimento (CD) os professores têm como missão preparar os alunos para a vida, para serem cidadãos democráticos, participativos e humanistas, numa época de diversidade social e cultural crescente, no sentido de promover a tolerância e a não discriminação, bem como de suprimir os radicalismos violentos.

Se bem percebem…

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Paulo Guinote sob ataque [não se entende mas estamos atentos]

Paulo Guinote sob ataque. Não se consegue partilhar um link do seu blogue, que nada tem de ofensivo. Note-se a mensagem que recebo no Facebook:

Também aqui no blog, WordPress, não consigo inserir uma hiperligação para posts do Paulo Guinote.

Ainda A ILC

Não gosto do ‘dizer’ mas a causa é quase tão boa como a prevenção … pensem no que quiserem.

O Meu Quintal

A quem ainda não assinou e pensa que as coisas estão resolvidas renovo o meu apelo para a assinem a iniciativa legislativa de cidadãos para contagem integral do tempo de serviço docente.

Atendendo aos entraves administrativos e burocráticos que temos enfrentado desde a sua submissão, é importante reforçar o número de assinaturas, com o devido cuidado e paciência com o raio da plataforma. Porque é importante que se perceba que um número bem acima de 20.000 cidadãos deram o seu apoio à iniciativa.

Como se viu, as negociações tradicionais não fizeram mudar um dia à proposta governamental e temos um PM que ainda goza com a situação. Não será uma greve ao serviço não lectivo que mudará seja o que for e já se viu que “resoluções” e “apreciações” servem de nada.

Depois do decreto da vergonha, ainda acreditam que podem ter algo a recear ou a perder? Não…

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Fora o seu valor intrínseco

How music lessons can improve language skills
Study links piano education with better word discrimination by kindergartners.

That means schools could invest in music and there will be generalization to speech sounds,” Desimone says. “It’s not worse than giving extra reading to the kids, which is probably what many schools are tempted to do — get rid of the arts education and just have more reading.”

Inevitável é a esterilização, não o abate – Resposta ao artigo de João Miguel Tavares ( Jornal Público 1 de Setembro )

Campanha de esterilização de animais abandonados

https://www.publico.pt/2018/09/01/politica/opiniao/abater-caes-e-gatos-e-mau-sim-mas-e-necessario-1842617

A continuação do abate de cães e gatos tem vindo a ser apresentado por muita gente como uma inevitabilidade. O abate é visto como um mal menor porque a alternativa seria o descontrolo completo dos animais abandonados , pondo em risco a saúde e segurança das pessoas. João Miguel Tavares é só mais uma dessas pessoas que, no Público, acrescentou ainda o argumento de que a “estúpida” lei que entra em vigor este mês “vai prejudicar os animais que deveria proteger”. Nada mais errado e vamos procurar explicar porquê.

Os defensores da inevitabilidade dos abates deviam começar por avaliar os resultados da prática das últimas décadas, em que todos os anos dezenas de milhares de animais são abandonados e outros tantos abatidos. Durante esse período, as câmaras nunca deixaram de abater, fizeram-no até com uma eficácia arrepiante, e o que conseguiram com isso? Reduziram o abandono? Não. Baixaram o número…

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