Cães de Coimbra

O flagelo das matilhas não são os cães que deambulam pelas ruas. Triste é quem os abandonou e não lhes deu o que merecem e têm direito.
Os humanos também morrem, por aí, e por vezes vezes, sem que alguém sinta a sua falta. São igualmente abandonados. E deambulam, também, pelas ruas.
O mostro, quem é?

Eu sou!

O Quebr’ a Corrente é o primeiro movimento cívico do país a libertar cães acorrentados, através da vedação de espaços exteriores, e sempre em colaboração com os/as cuidadores/as.

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PDF com todos os postais [Postais Quebra a corrente ]

Um cão acorrentado permanentemente viola a lei portuguesa em vigor sobre o acondicionamento de animais (Decreto-Lei n.º 276/2001 e Decreto-Lei n.º 315/2003) no entanto, é ainda uma realidade frequente no nosso país.

Lei n.º 8/2017 | Artigo 201.º- B

Os animais são seres vivos, dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica, em virtude da sua natureza.

Manter cães acorrentados é inseguro para os próprios e também para a comunidade.

Os cães acorrentados sofrem de stress emocional, de problemas de comportamento e têm 8 vezes mais probabilidade de morder. É mais difícil prestar cuidados a um cão que esteja preso ou amarrado porque as correntes prendem em obstáculos e impedem-nos de chegar à comida, à água ou ao abrigo. Os cães estão também mais vulneráveis a serem atacados por outros, e as cadelas a engravidarem se não estiverem esterilizadas.

Se nos quiser ajudar, junte-se! Temos uma plataforma de Crowdfunding e um site, onde se pode associar.

Não há fotografia actual

A manifestação do fim-de-semana passado, ouvi dizer, existiu. Só soube que ia acontecer dois dias antes. Não vejo nada de novo, nem no facto de o STOP ter ido na cauda. Nem sequer foram escoltados pelas forças especiais por isso … ainda vão ter de caminhar … E já são elitistas. Sim, são.

Quanto a imagens, não há.

E mesmo que existam, serão certamente mais do mesmo.

Não haver, é significativo.

Mais uma vez, o Paulo sob ataque cerrado.

Deram-lhe tréguas por umas semanitas e voltaram, com as ferramentas melhoradas. Agora, o nome do Paulo inviabiliza que ‘eu’ anexe uma imagem num ‘post’ (ou lá o que se considera os ‘dizeres’) do Facebook. Assim, tentei sem o nome dele. E estava a conseguir, o upload deu-se. Mas, identifiquei-o durante o processo e começou a patinar … e o post não entrou … Em baixo, vou colocar os Print Screen. Os tipos que gerem o Facebook português são portugueses, são uns engenheiros ou algo assim. E portanto, isto não tem nada a ver com o Facebook em si mas sim com a mediocridade do que se passa em Portugal. Se chatearmos muito, voltam a desbloquear. Entretanto, como sabemos, são gerações deles e portanto, há que ter enorme paciência e convicção para continuar.

Adenda:

Não consigo colocar o nome do Paulo no Facebook naquela opção ‘com quem estavas’ quando partilhei este post. O que está a acontecer é dramático.

Captura de ecrã 2019-03-13, às 22.11.43

♘ Sabia da égua de Raskolnikov

Desconhecia o episódio em que Nietzsche, em Turim, terá impedido o espancamento de um cavalo. E de que terá passado o resto da vida «dócil e demente, entregue aos cuidados da mãe e das irmãs» [Béla Tarr, 2011 (¹)]. Há quem associe este episódio a um seu último gesto de lucidez. E sendo ele admirador de Dostoiévski, fará sentido.
À semelhança do sonho de Raskólnikov, em que Mikolka, dono do animal, com outros bêbados, assassinam violentamente uma égua no meio da rua e uma criança corre a abraçar e a beijar o focinho do animal caído, Nietzsche, adulto, consegue salvar o cavalo.

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Ilustrações a partir de desenhos de autores vários, mas tratados e adaptados, compostos e decompostos por mim. Incluo dois desenhos mais ‘juvenis’ ;).


(¹) Ribeiro, Ana Vieira (2014) “A rotina como estrutura do tempo: O cavalo de Turim de Béla Tarr.” Revista Croma, Estudos Artísticos. ISSN 2182-8547, e-ISSN 2182-8717. Vol. 2 (4): 20-28.

Temos aqui uma questão para resolver.

Aquilo que partilhei no meu Facebook, do Paulo, aparece agora como impróprio e, sem ter sido avisada, foi escondido. Dei conta da forma que todos demos e verifiquei porque me dei ao trabalho de andar para trás na cronologia.

Cliquei para ver os critérios dos senhores e são aqueles que deixo em hiperligação.

Há, quanto a mim, algo estranho e complexo por trás de tudo isto. É que, meteu também a plataforma WordPress. E se assim foi, também há que ser bem verificado. A confirmar o que penso, esta situação transcende os pequenos inimigos e mete malandragem sabida, poderosa.

Um passo de cada vez e o Facebook reage, por norma, humanamente. Até porque têm muito dinheiro. Assim, se muitos de nós os ‘chatearmos’ com a verdade, eles acabam por levantar o bloqueio. Como fazer? Não sei muito bem mas vou tratar de descobrir, sei de quem tenha conseguido. Noutras circunstâncias. Nada garante nada. Esta situação preocupa-me.

 

“O Beco Da Cidadania” ©Paulo Guinote e continua a ser censurado no Facebook

No Facebook ainda não se consegue partilhar links do Paulo Guinote. Gente miserável e miserável Facebook

O Meu Quintal

A criação da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento é daquelas medidas que parece muito béééém às pessoas muito béééém, muito dentro do seu tempo e da construção dum século XXI fraterno, solidário e humanista, que acham que a sua visão do mundo e da democracia é a única válida, por muito que seja completamente distópica.

No enquadramento oficial da disciplina pode ler-se que:

Visando a construção sólida da formação humanística dos alunos, para que assumam a sua cidadania garantindo o respeito pelos valores democráticos básicos e pelos direitos humanos, tanto a nível individual como social, a educação constitui-se como uma ferramenta vital. Deste modo, na Cidadania e Desenvolvimento (CD) os professores têm como missão preparar os alunos para a vida, para serem cidadãos democráticos, participativos e humanistas, numa época de diversidade social e cultural crescente, no sentido de promover a tolerância e a não discriminação, bem como de suprimir os radicalismos violentos.

Se bem percebem…

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Paulo Guinote sob ataque [não se entende mas estamos atentos]

Paulo Guinote sob ataque. Não se consegue partilhar um link do seu blogue, que nada tem de ofensivo. Note-se a mensagem que recebo no Facebook:

Também aqui no blog, WordPress, não consigo inserir uma hiperligação para posts do Paulo Guinote.