Igual na essência, melhorado na malvadez e pior na desumanidade.

É a minha análise de David Rodrigues, décadas depois de o conhecer pessoalmente, muito mal.

Coloco aqui os apontamentos depois de ler um artigo de opinião que escreveu no Jornal O Público.

Sem filtro:

Muito bom!!!!

A encerrar esta breve súmula evocaríamos o documento “Social Inclusion  of  Children  and Young People  with  Disabilities” (2013), do Conselho da Europa, onde se defende a educação inclusiva como meio fundamental para criar uma sociedade inclusiva.

Mais adiante:

Podemos encontrar projetos e práticas inclusivas de muita valia em escolas portuguesas que coexistem com situações que, sem dúvida, precisamos melhorar.

Resolve dizendo …

Seria, no entanto, ridículo, que as dificuldades que se encontram quando se quer responder a estas necessidades nos fizessem desistir dos valores que as informam. Seria como, por exemplo, ao constatar que existem ainda hoje no mundo situações de escravatura, argumentar que a sua abolição foi errada, inútil ou precipitada.

Depois … fala do MESTRE apelidando-o de posição“contracorrente” 

e refere  o texto publicado neste jornal em 15 de abril, por Luís de Miranda Correia. Classifica o texto de apaixonado e de rude. Diz que não há lá ideias … ai David ….

Desisto. Igual na essência, melhorado na malvadez e pior na desumanidade.

Eu sou!

O Quebr’ a Corrente é o primeiro movimento cívico do país a libertar cães acorrentados, através da vedação de espaços exteriores, e sempre em colaboração com os/as cuidadores/as.

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PDF com todos os postais [Postais Quebra a corrente ]

Um cão acorrentado permanentemente viola a lei portuguesa em vigor sobre o acondicionamento de animais (Decreto-Lei n.º 276/2001 e Decreto-Lei n.º 315/2003) no entanto, é ainda uma realidade frequente no nosso país.

Lei n.º 8/2017 | Artigo 201.º- B

Os animais são seres vivos, dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica, em virtude da sua natureza.

Manter cães acorrentados é inseguro para os próprios e também para a comunidade.

Os cães acorrentados sofrem de stress emocional, de problemas de comportamento e têm 8 vezes mais probabilidade de morder. É mais difícil prestar cuidados a um cão que esteja preso ou amarrado porque as correntes prendem em obstáculos e impedem-nos de chegar à comida, à água ou ao abrigo. Os cães estão também mais vulneráveis a serem atacados por outros, e as cadelas a engravidarem se não estiverem esterilizadas.

Se nos quiser ajudar, junte-se! Temos uma plataforma de Crowdfunding e um site, onde se pode associar.

Paulo Guinote sob ataque [não se entende mas estamos atentos]

Paulo Guinote sob ataque. Não se consegue partilhar um link do seu blogue, que nada tem de ofensivo. Note-se a mensagem que recebo no Facebook:

Também aqui no blog, WordPress, não consigo inserir uma hiperligação para posts do Paulo Guinote.